sábado, 20 de abril de 2013

A união entre casais homossexuais



Por Pedro Henrique

No Brasil há um forte interesse da mídia em promover um "entendimento" da homossexualidade. O objetivo é tornar aceitável a homossexualidade na sociedade, mesmo que de maneira intolerante, e qualquer que mostre-se contrário ao que chamam de "mentes abertas" é classificado como homofóbico, racista e fundamentalista religioso. Novelas e campanhas de TV envolvendo artistas que apoiam o movimento gay apelam a aceitação do termo "ser diferente", que parte do pressuposto de que não aceitar a diferença alheia é ser preconceituoso.

Os ativistas gays são intolerantes e tem se mostrado capazes de "pegar em armas se preciso for". É um movimento que opera o ódio e a discriminação religiosa para que qualquer opositor cale-se diante da perseguição por eles realizada. O movimento é apoiado por muitos simpatizantes que defendem a liberdade sexual de cada indivíduo, entre estes estão bissexuais, casais liberais, artistas e políticos.

Trataremos aqui sobre duas questões relacionadas ao assunto, que não são as últimas, pois certamente outras virão de várias partes por aqueles que têm a liberdade de expressar a sua opinião nesta nação.

Os ativistas gays e os Direitos Civis

Os ativistas gays lutam por direitos civis, mas quais direitos? Todos os direitos lhes são concedidos como cidadãos homem e mulher, tal como o direito de ir e vir, liberdade de expressão, a não ter um lar violado, etc.. Mas lutam por um suposto casamento entre pessoas do mesmo sexo que é contrário a ideia de casamento homem e mulher, que é uma união repleta de significados, e que visa a construção da família (já estabelecida nos dois). De um ponto de vista bíblico esta união ganha significados mais elevados, homem e mulher tornam-se um.

Estar homossexual tem consequências, é decidir por si mesmo não ter o direito de casamento, visto que este aplica-se a homem e mulher. Não sou doutor em direitos civis, mas ter os direitos alterados para privilegiar uma minoria totalitária e intolerante é algo intolerável, pois o comportamento homossexual é alterável e o direito estaria sujeito ao estado atual do indivíduo.

A atração homossexual não parte do Amor

É difícil saber se o mundo atual está melhorando ou piorando se não soubermos o que é melhor. Deve haver uma lei moral universal, senão discordâncias morais não fariam sentido, como todos supõem que fazem. Todas as criticas morais seriam desprovidas de sentido, como "Os nazistas estavam errados". De outra forma ambos os lados de uma disputa moral estariam certos. Porém opostos não podem estar ambos certos, ou seja, as afirmações "Hitler foi um homem mal" e "Hitler foi um homem bom" não podem estar ambas corretas. Uma lei moral universal exige um Legislador Moral que é absolutamente bom, senão todo o esforço moral seria fútil, no final das contas, já que estaríamos sacrificando nossas vidas por algo que não é absolutamente correto. O padrão de todo bom deve ser uma fonte totalmente boa, logo deve haver um Legislador moral absolutamente bom.

Muitos defendem que a liberdade sexual na Grécia entre homens era moralmente correta para a sociedade da época. Mas a lei moral não pode ser resultado do instinto coletivo, pois se assim fosse os instintos coletivos estariam sempre corretos, mas não estão. Até amor e patriotismo às vezes estão errados. Há um argumento de que amor sempre é algo certo, e dizem: “Como pode ser errado duas pessoas se amar, mesmo sendo do mesmo sexo? Se elas se amam, isso é bom e certo. É verdade amor nunca é algo errado, mas o que é amor? A Bíblia diz que amor é uma síntese da lei de Deus (Legislador). É uma síntese de como Deus diz que devemos tratar as pessoas. Como Deus proíbe a homossexualidade, a homossexualidade nunca parte do amor e o amor nunca leva ou coexiste com a homossexualidade. Ter atração homossexual por outra pessoa é tratá-la de forma proibida pela lei de Deus e convidar a pessoa a agir e pensar de maneira proibida. Portanto a homossexualidade parte do ódio e não do amor” (Vincent Cheung).

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