segunda-feira, 25 de março de 2013

O movimento gay e a verdadeira intolerância; a unanimidade das minorias que se passam por maiorias, a imprensa que compra as causas, e o direito à liberdade de expressão




                                                                                                                                Jadson de Paula

Se afirmo ser contrário ao casamento gay, isto faz a minha declaração ser homofóbica? Em que planeta? Depois eu volto a esta indagação. O que liberdade de manifestação de pensamento, fundamentado em ideias, baseado no respeito não vinculado a ofensas tem haver com preconceito? Liberdade na democracia é tolerar o contrário repudiando por meio de ideias e de valores. E, é a liberdade que define realmente a democracia, pois justiça e igualdades podem ser encontradas nas ditaduras. Mas liberdade não existe onde há ditadura do consenso. No tribunal de exceção dos ativistas gays, repudiar manifestações de pensamento virou sinônimo de intolerância.

A agenda homossexual é agressiva, assediante, violenta, intolerante com quem não comunga com as ideias de seus pares. Que o diga o prêmio “pau de sebo” a homenagem do grupo gay da Bahia aos políticos considerados como inimigos dos homossexuais. A verdadeira intolerância que pertencem peculiarmente a estas minorias que se passam por maiorias - “progressistas do bem” pela ideologia do “mal desnecessário” militam por reparações das injustiças na democracia, mas pela via da intolerância, corroborando por uma não sábia convivência com quem se manifesta contrariamente no campo das ideias; daquilo que é liberdade de expressão. Liberdade que não significa consenso, território comum de ideologias e pensamentos. Liberdade de expressão para/e entre os respeitosos, jamais a ofensividade.

Voltando para “as minorias que se passam por maiorias”, no caso da eleição de Marco Feliciano para Comissão de Direitos Humanos; e tantos outros fatos envolvendo cristãos, as "ditas cujas minorias" que assim se passam por causa de uma boa parte da imprensa que compra as causas, e não apenas informa; que faz aumentar o barulho de poucos; desde que fossem legítimos, seriam dignos de aplausos os decibéis produzidos por tal barulho – publicitam no seu jornaliquez uma dita unanimidade das minorias intolerantes neste país. Como uma imprensa que compra as causas (parte dela), fez uma opção “extasiada” de legitimar a voz das minorias, mas condescendendo com a desordem, bagunça, atemorização - Não que eles não possam ter voz, nem ter direitos, mas direitos que se prese não é imposição, desrespeito, censura,  violência e intimidação? O processo é outro! São interesses políticos e hegemônicos.

 Com respeito aos holofotes para o referido personagem Marco Feliciano e o seu “delito de opinião” na liberdade de expressão. É um processo carretilha: minorias totalitárias, intolerância gay, “bons linchadores”, imprensa- compra- causa, políticos aproveitadores, etc. Todos  em prol de um bem incomum: “a ditadura do consenso”! Tenho minhas divergências com o deputado e pastor Feliciano, mas o fato é outro, sei utilizar o campo das ideias para discordar. Exatamente o contrário da intolerância das minorias e dos ativistas gays.

O que se evidencia é um processo perigoso nos mais diversos níveis. No caso da Comissão de Direitos Humanos substituir uma decisão legal (eleição democrática) por uma imposição ilegitimável por causa de uma opinião. Uma minoria intolerante que no escopo do Estado de Direito, como uma espécie de “verdade influente” passa a ditar o funcionamento das coisas por meio de uma ditadura indireta travestida de democracia direta. Se as coisas não funcionam como querem, logo, elas não são legítimas.

Voltando a indagação citada no início deste texto, as declarações a respeito da temática homossexual passaram a serem classificadas como homofóbicas. Esta é a covardia. Bem, a forma com que os contrários encontraram para repudiar as ideias e pensamentos dos outros. Não importa as razões que as fundamentam, para os tais; não há razões, e sim, posições irracionais, elas são preconceituosas, e se vier de um professante da fé cristã, tem o agravante. Se afirmo baseado na fé cristã bíblica que o homossexualismo é pecado, mas não somente pecado, mas também um juízo de Deus já sou considerado o inquisidor social, ou como melhor apreciam palavrarem “um fundamentalista religioso. Por acreditar nas Escrituras Sagradas sou ultrapassado, bitolado, despoetizado, etc., etc. Como disse Olavo de Carvalho “a luta contra o preconceito, tornou-se a mais gigantesca máquina de criar preconceitos”.

Algumas coisas são necessárias dizer. A questão não é a opção sexual de quem quer que seja -, não tenho direito de proibir alguém de querer fazer sua escolha; ou são os homossexuais a camada na sociedade que vivem uma vida devassa. Heterossexuais também vivem.  A questão é a presença intolerante, é a imposição totalitária, ultrajante ao processo democrático. Uma discordância a respeito da liberdade de pensamentos dos outros, não pela via das ideias e valores, ou pelas ferramentas do campo democrático, mas pela construção de uma ditadura gay, etc., proibindo o direito dos outros de se manifestar para legitimarem suas causas unicamente.

Eu tenho o direito de afirmar os fundamentos da minha fé, (não que eu tenha que ter o direito), ele já foi legalmente constituído. Não estou em busca de construir este fundamento de ser livre para expressar o que penso fundamentado em ideias, respeito, sem ofensas; como também ser alvo da liberdade de pensamento de outrem que discorde de minha crença, minha filosofia, meu parlatório, etc. Se não sabem o que é conviver na democracia com os contrários; que voem para marte.








                                        

Um comentário:

  1. Ótimo texto, digno de aplausos.
    Os homossexuais alegam que já nascem assim... Então eu pergunto: A Daniela Mercury já nasceu assim?
    Pelo que sei, ela passou por dois casamentos "com machos", e teve cinco filhos. Agora, depois de velha, resolveu mudar a "opção sexual". Qual é a explicação da militância gay para isto?

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