sábado, 26 de janeiro de 2013

Todas as coisas cooperando para o bem




             Por Jadson de Paula

Dificilmente, alguém que esteja vivenciando um período de adversidades, problemas, tribulações, sofrimentos, etc., conseguirá assimilar que estas coisas de alguma maneira, possam cooperar para o seu próprio bem. Sejam as circunstâncias por qualquer particularidade que determinem fatos na vida do ser humano (especialmente do cristão), quer eles naturais ou consequências de escolhas erradas e pecados de alguma maneira trazem consigo lições que devem ser apreciadas. A maioria dos seres humanos vivem suas agendas diárias sem nenhuma expectativa de situações que lhes sejam contrárias ao que desejam na vida -, por isso, estas adversidades são de uma forma geral inaceitável, mal compreendida.

A presente peregrinação dos eleitos de Deus se ajusta a seu devido lugar no determinado e imbatível plano de Deus -, assim, quando apóstolo Paulo relata sobre “todas as coisas”, elas não são restritas em si, contemplam uma série de particularidades que envolvem a experiência da vida cristã, com destaque sem dúvida para os sofrimentos e adversidades “foi bom ter eu passado pela aflição, para que aprendesse os teus decretos” (Salmo 119.71).

A reflexão da vida não se encontra na casa da festa, mas, sim, na casa do luto. Acordar de um mundo surdo é pelo barulho da dor, certo que ao estar no proposital conselho divino é não compreender as coisas em si na razoabilidade humana como gostaríamos de entender, mas que “todas as coisas” operarão em consonância com o crente para um fim determinado, fim este; para o seu próprio bem.

Poderíamos centralizar o pensamento, no soberano amor e sabedoria divina, a partir dos tais, “todas as coisas” passam a convergir a contribuir para o objetivo proposto, mesmo quando as (coisas) envolvidas no processo que visa o “fim específico” sejam más em si na experiência da vida cristã, por isso para muitos elas passam a serem mal compreendidas até que o resultado final se estabeleça como o fim determinado por Deus para o cristão e não como este esperava que fosse. Fato que quando em harmonia com um todo, “todas as coisas” passam a opera para o bem. Nos detalhes da vida designada por Deus, nada, absolutamente; funcionará para o mal dos escolhidos de Deus. Pois, visto que, o chamado é segundo um propósito divino sua ação é que certifica o resultado de que “todas as coisas cooperam para o bem” (Romanos 8.28).

Na certeza irresoluta do amor de Cristo pelos seus o apóstolo Paulo categoricamente afirma “quem nos separará do amor de Cristo?” Não significando de que não houvesse adversários, mas que estes se tornam ineficazes e incapazes de fazer com que ocorra a separação – Deus é pelos seus, portanto, todas as coisas passam a estar em harmonia com Ele e com os seus servos. Paulo enumera diversas situações na experiência da vida “tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo, espada, morte, anjos, demônios, coisas do presente e do amanhã desconhecido”.  Encoraja os escolhidos nos labores da vida, mediante a fé, que os sofrimentos presente são meras circunstâncias da nossa peregrinação; servindo de pré-condições para uma glória de tamanho valor que as adversidades perdem o seu teor de comparação.





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