sábado, 16 de junho de 2012

Reformissão sexual



                                                                                                            Por  Jadson de Paula 
                        
O sexo não está na categoria de ser compreendido como uma religião, a grosso modo para exemplo. Contudo a devoção cultural ao mesmo o condiciona a um status de religião. Tal qual, a adesão e a devoção empregada nas religiões, o sexo tornou-se o segmento popular proselitista que controla os seres humanos a experiências sexuais transcendente de um prazer para um vício, idolatria, mercadoria, etc. A distorção da real natureza do sexo abriu espaço para as expressões sexuais contrárias a natureza sexual destinada ao, “homem e a mulher”. A exemplo da homossexualidade a bestialidade, a bissexualidade, fornicação, adultério, estupro, poligamia, pornografia, prostituição, pedofilia e incesto. Essas formas adversas da sexualidade aos preceitos estabelecidos por Deus, configuram muitas das relações na realidade da conjuntura societária do mundo, por sua lascívia aberrante -, algumas dessas expressões, adentraram o território cristão, dos “púlpitos aos bancos das igrejas”. É notória a omissão dos sermões sobre esse assunto, a camuflagem esconde reais problemas de muitas pessoas nessa área na maioria das igrejas.
No mundo em que vivemos, o proselitismo sexual é uma epidemia que invadiu as mídias, os filmes, as novelas, os desenhos, as músicas, as roupas, as conversas, etc., afetando o ético do sexo conveniente compromissado -, o bombardeio sexual  dita normas na sociedade, com cada vez mais cedo o ingresso no ativismo sexual por parte de crianças e adolescentes. Germina-se o altar para veneração do mesmo -, surgem os usuários viciados da heroína “sexo”, etc. O cenário atual revela uma grande parte da sociedade inconsequente, que articula a defesa cultural ao sexo, na forma relativa e promiscua. A manifestação do pecado sexual, nunca foi tão forte, no tripé da ambição do ser humano “dinheiro, poder e sexo”, esse último não se revela apenas como o prazer opioide das excitações, mas escravizam os seres humanos as piores expressões sexuais, a seres objetos de desejos; as quais a ira divina repousam. Ao pensar a igreja, os bastidores gospel, escondem uma realidade de pessoas atingidas pelo “sexualizado”. Crentes voyeurs consumidores do lixo pornográfico, adultérios, fornicações, masturbações, etc.; e, uma passividade teológica, espiritual e, incombatente, a essa realidade destruidora e pecaminosa em vários professos seguidores de Cristo.
As distorções da atenção ao compromisso e propósito do sexo idealizado por Deus, conduz as pessoas ao escravismo pecaminoso; o “bom” passa a ser mal e com consequências que afetam a vida de uma forma complexa e trágica. Os púlpitos não podem omitir os sermões que explanem a realidade que envolve as expressões sexuais contrárias à vontade de Deus e ofensivas contra a própria dignidade moral e ética, como também a santidade do corpo, (1 Tessalonicenses 4.3 – 5). Falar sobre sexo é tratar de uma reformissão sexual, nos princípios perdidos por causa do “tudo sexualizado”. O papel da igreja em todo esse cenário, não é denunciar apenas o pecado sexual do mundo de pessoas que não praticam os princípios soberanos de Deus, mas abordar a própria realidade da cabana evangélica problemática em muitos aspectos, incluindo a sexualidade, aos que se encontram envolvidos no erro amargo das expressões sexuais, no que mais norteia o segmento cristão: pornografia, fornicação e adultério, etc. A reformissão sexual é para simplicidade, compromisso, vivendo nos preceitos para a vida dada por Deus. E, isso deve começar no meio cristão é para ajuda, para a vida, para a glória de Deus.

Notas
__________________________
[1] Bíblia de Estudo Almeida Revista e Atualizada, publicada pela Sociedade Bíblica do Brasil.
[2]  FOSTER, Richard. Dinheiro, poder e sexo. São Paulo. Editora Mundo Cristão, 2005.
[3] DRISCOLL, Mark. Pecado Sexual. Publicação: Hermenêutica 

0 comentários:

Postar um comentário