sábado, 30 de junho de 2012

O livro de Deus





                        Por Jadson de Paula

A “porção física” da mente de Deus (Bíblia) comunicada verbalmente foi o meio mais apropriado para a transmissão das informações a respeito de Deus. “Ele escolheu se revelar utilizando-se as palavras da linguagem humana”. As Escrituras incorporam em si, os valores expressivos, qualitativos e importantes como revelação divina. E, a explicação verbal estabelece a razão para a compreensão humana de um compêndio escritural divino histórico e futuro, que transcende a narração de uma série de eventos para nós, sendo a mesma a própria revelação soprada pelo o Soberano -, sobrepondo qualquer outra forma que Deus se utilizasse para se revelar.
As Escrituras sendo um ato proposicional de Deus é intencionalmente, a fala divina para a humanidade e, uma fala comunicada, em toda a sua composição da autoria expiradora de Deus (o sopro para fora). Destituindo o homem a quem Deus se comunica de ter a participação autoral da comunicação verbal exata do Senhor “porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo” (2 Pedro 1:21). Compondo-se de uma objetividade qualificativa ao alvo de sua proposição que é homem “proveitosa para repreensão, correção, instrução e justiça para que o homem de Deus seja plenamente preparado para toda a boa obra” (2 Timóteo 3.16,17). A composição do elemento humano na Escritura é observado, apenas pela a variedade de estilos, linguagens e intelectualidades -, o que não o põe no quadro co-partipativo de vontade para expor uma comunicação na Escritura. O elemento humano é devidamente qualificado para anunciar a mensagem divina “Faço-vos, porém, saber, irmãos, que o evangelho por mim anunciado não é segundo os homem, porque eu não recebi, nem aprendi de homem algum, mas mediante a revelação de Jesus Cristo” (Gálatas 1.11-12). Estabelecendo o cerne soberano do Criador em todos os seus atos, sobre a mente e a vontade dos homens, incluindo obviamente, o Seu próprio livro (Bíblia).
O livro de Deus se harmoniza perfeitamente, numa unidade escritural inerrante, perpassando por personalidades humanas distintas dos outorgados escritores, além de épocas diferentes, mantendo no seu contexto escritural a propositura idealizada de um único autor (Deus). As Escrituras que relaciona as coisas espirituais infalivelmente, isto é, sem a contensão de erros, também relaciona os acontecimentos históricos da mesma forma. Não sendo possível, uma separação de ambos, afirmações espirituais se aliam as declarações históricas -, a afirmação é “a Bíblia é a Sua Palavra”! A mente de Deus não pode ocorrer erros, não pela defesa humana de que ela não contém, mas como uma fonte objetiva de informação divina, seu sistema escrito expressa uma inerrância de unidade. Sendo Sua Palavra, a Sua autoridade absoluta e última para humanidade.
 A Bíblia expressa uma dimensão literária além da capacidade humana de produção; mas que cumpre objetivamente o alvo da revelação, a compreensão e o conhecer a Deus. As Escrituras tornam-se necessária não apenas como regra de fé e prática, como instrumento para guiar a salvação, mas também como fundamento para a civilização humana, para o governo do pensamento e da vida dos seres humanos. Além das respostas a respeito das indagações concernentes a realidade da vida.
Notas
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[1] Bíblia de Estudo Almeida Revista e Atualizada, publicada pela Sociedade Bíblica do Brasil.

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