sábado, 5 de maio de 2012

Marxismo: A doutrina humanista totalitária


                                                                                         Por  Jadson de Paula


Desde o advento do sistema de produção capitalista com suas peculiares fases “comercial, industrial, monopolista-financeira”; que modificou as relações sociais de produção, o mundo vivencia uma guerra ideológica por hegemonia na sociedade. O capitalismo selvagem, inescrupuloso, impiedoso germinou sua revolução maquinarista mundo afora, preeminentemente hegemoniza sua cultura ideológica.  O socialismo como doutrina política econômica surge no final do século XVIII, em antítese ao ideário capitalista, propondo por meio de uma revolução, alçar um novo modelo de sociedade. Muito além de ser apenas um conceito político econômico, o dito socialismo/comunismo incorpora filosofias de uma supremacia totalitarista de sociedade, pautado pelo o apogeu humanista.

Aproximadamente, cerca de um terço da população mundial é marxista. A difusão marxiana adentrou-se nas políticas de Estado, no mundo acadêmico; peculiarmente ateísta, na vida dos “ativistas reacionários”, até mesmo nos ditos religiosos que incorporam as ideias de Marx em suas teologias e pregações “inclusive ministros, alguns de elevadas posições, que estão certos de que se Cristo tem a resposta a respeito do que fazer para se chegar ao céu, Marx tem a resposta quanto a ajudar os famintos, necessitados e oprimidos sobre a terra” (Richard Wurmbrand). Como experiência práxis, o socialismo/ comunismo revelou-se trágico, tanto quanto o capitalismo: Rússia (Lenin – 60 milhões de mortos), China (Mao Tsu Tung – 50 milhões de mortos) etc. As opiniões doutrinárias econômicas do socialismo, embora tenham perdido seus créditos, exceto no mundo acadêmico marxista; o marxismo cultural surgi com um ideário diferencial – “a subversão das instituições a partir de dentro para fora”.

O marxismo cultural reúne em si as proposições ideológicas materialistas de Marx, conjuntamente acrescido das proposições de pensadores ateus. O âmbito da cultura tornou-se objeto de aspiração ideológica de proselitismo pedagógico marxista, voltada para uma dita “perspectiva societária”. As teorias marxistas trazem na aparência uma paixão pela igualdade e justiça, mas acobertam outras pretensões em uma vasta sistematização de ideários totalitaristas. O fato básico para Marx é a negação da verdade. Não há verdade absoluta, qualquer certo ou errado final. O compêndio dessa concepção filosófica materialista enxerga o homem como o único padrão de valor. Ao invés de Deus como fundamento da verdade e da lei, as ideias de verdade e lei no marxismo simplesmente refletem a vontade de uma classe governante. Mas, a lei para Marx, isto é, a aplicação da mesma; reflete a força política para destruição dos opositores. Antagônico aos regimes e Estados não comunistas totalitários, é favorável ao Estado próprio de totalitarismo.

O raio x dessa conjuntura nos remete a um fato importante. Como no marxismo ocorre a negação dos fatos, isto é, tudo aquilo que não promova o socialismo - venha ser denominada de leis, preceitos, normas, etc. Assim, todo o conjunto de elementos cristãos passam a ser adulterado. Na concepção marxista as regras (leis) é a expressão autêntica do estado socialista. Por conseguinte, as instituições cristãs (igreja), a família tradicional, etc., pode ser a pedra de tropeço nos passos do socialismo marxista, convindo à eliminação dos mesmos. O desejo de vingança de Marx era de guerrear contra Deus. Eliminar o Criador dos corações dos homens e, instituir a religião do proletariado.

“Em nome do homem, em nome do humanismo, o Marxismo alega oferecer à humanidade uma nova esperança para substituir a revelação cristã” (Hermann Raschhofer, Political Assassination, Tubenjen: Fritz Schlichtenmayer, 1964). Na sua experiência prática histórica e atual, o socialismo empregado a partir das ideias de Marx, pela lógica do humanismo – são trágicos num compêndio de horrores tão selvagens, quanto os números das tragédias do capitalismo. Nessa lógica humanista a estrada é o suicídio.

Notas

A história do capitalismo. Site: www.suapesquisa.com

História Geral – o socialismo. Site: www. educação.uol.com.br

WURMBRAND, Richard. Era Karl Marx um satanista? E-book.i

Um comentário:

  1. Escrever sobre Marx sem nunca tê-lo lido é um afronte a inteligência humana e ao cristianismo, já que o mesmo prega a consciência e o estudo como parte para alcançar qualquer que seja o objetivo.

    Espero que o autor, antes de criticar qualquer coisa, tenha, no mínimo lido algo do autor e não apenas interpretações que nem sempre são cabíveis.

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