sábado, 21 de abril de 2012

O estado de intolerância gay



por Jadson de Paula
                                                                                        
Nos mais diversos segmentos da sociedade, o tema da homossexualidade é debatido. Mas manifestar-se contrariamente a prática e opção sexual, virou motivo de homofobia. O mundo é outro! É pluralista! Progressista liberal! – Homofobia?!  Sem mesmo levar em conta o significado desse substantivo – que é classificado pela psiquiatria “como aversão aos homossexuais, como um comportamento hostil chegando ao ponto do uso da violência”. Basta à emissão de um pensamento crítico, sob forma de opinião diferente ao do mundo gay, para estar no quadro dos homofóbicos. O “Direito de Liberdade”, designado de antemão pela Máxima Constitucional de 1988; estabelece a [liberdade de pensamento], como direito de exprimir o que se pense em: ciência, religião, artes, cultura, etc., como também emissão de conteúdo intelectual sob a forma de liberdade de opinião: de comunicação, de informação, religiosa, de expressão intelectual, artística e científica, e de expressão cultural.

Não se trata de um terreno de discussão sobre tolerância aos homossexuais, o respeito e igualdade de direitos semelhantes aos dos heterossexuais, ou políticas públicas que se voltem para esse segmento. No mundo, o ativismo gay, se prolifera com as tentativas de legitimar e sobrepor comportamentos sexuais sobre a estrutura moral da sociedade, como também, minar o padrão instituído por Deus para a família. Tem quem não queiram, mas não é o caso de extingui-los, ou depreciá-los. Na emersão da dita pluralidade e diversidade, do relativismo cultural, moral e social, os ativistas gays saíram da toca da vergonha, partiram para a militância, com o “arco-íris” do: “Queremos direitos”, camuflando outras pretensas intenções.

O campo da constitucionalidade democrática é necessariamente, o “status pulchra” (Estado Imparcial), políticas públicas não é o mesmo que políticas acintosas. O laicato do Estado, não é um laicismo comunistoide, fascinista partidarista em favorecimentos a determinados segmentos, tais como os dos homossexuais, que às regalias governamentais passeiam pelo tapete vermelho das proposituras de políticas privilegiadas para suas condutas sexuais – a exemplos do Kit Gay, que não se concretizou; de uma forma tão pessoal, sobre o merchandising “Brasil sem preconceito”, para ser ensinado nas escolas. Cada criança há seu tempo – e preconceito, inclui o builing aos gordinhos, pobres, negros, religiosos, etc. A verdade é que o Kit era o compêndio de ensinos à prática homossexual. Não os bastante, parlamentares ativistas e simpatizantes, adentram no cenário político, com a bandeira da mordaça gay. Defender direitos e causas pessoais, não legitimam a cassação de direitos de outros. Tão quão absurdo, quanto inconstitucional, o lixeiro do (PL 122/2006), está para instalação de censura e sobreposição social de uma minoria sobre uma maioria – Em suma, o alvo é imposição de restrição religiosa -, censura aos sermões contrários à homossexualidade. Fico pensando, quando é que tentarão classificar a Bíblia como um livro homofóbico.  Além dos absurdos, totalitários, para proprietários e chefes de empresa, que em caso de demissão, ou não contração de indivíduo gay, prove de que não agiu motivado por homofobia! Enfim, etc., para não citar outros disparates. Esquecendo-se dos artigos fundamentais dos direitos individuais e coletivos da Constituição [Art. 5º, IV, VI, IX]. A exemplo, esses protegidos pelas cláusulas da infra constitucionalidade, imutáveis por não sofrerem emendas tendentes e, só serem modificados, através de outra constituição.

A conjuntura na atualidade, no mundo, em especial, no Brasil; é típico das sociedades totalitárias. As práticas são acintosas, de uma militância gay, que promove uma enxurrada de processos na esfera do judiciário – tolerância zero, aos pensadores contrários a gaylândia. O terrorismo das intimidações processuais adentra facilmente, seja nos tribunais e/ou nos Conselhos Federais que regulam profissões. Que o digam a psicóloga Marisa Lobo e o Pr. Silas Malafaia, que sofrem processo de cassação para não exercerem a profissão de psicólogos. O referido pastor, ainda é bombardeado pelo ritual processualista do movimento gay. Isso, por que os dois expõem seus pensamentos e ideias, sobre o tema da homossexualidade (Liberdade de Expressão – CF/1988. Art. 5º, IV e VI).

As patrulhas do ativismo gay vão monitorando o que os outros podem expressar dos seus pensamentos. Não estamos num regime comunifacista, para tamanhas aberrações no campo do direito e, principalmente, da democracia. Fazendo-se novas censuras, aos que pensam e nem comungam, as ditas regras de determinados grupos que se organizam em prol de estabelecimentos de ordens no contexto da sociedade. Sem tolerar o contrário. O espaço democrático não serve apenas para o militarismo gay, ridicularizar os santos da igreja católica em posições homoeróticas em suas paradas.  Promover o concurso do “Cristo sensual”, falarem o que bem quiserem etc. Essa “marcha da intolerância” (Reinaldo Azevedo), com o arco-íris da anti-homofobia, a mimada autocracia gay, camaleões patrocinados, não sofrem de verdade; mas por causa da verdade – forjam o preconceito, quando ele não há, fogem do debate que lhes expõem os erros. Na democracia, pensar ao contrário, discordar, é pleno do típico Estado de Direito. Não é crime opinar! A não ser no “estado de intolerância gay”.


Notas
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AZEVEDO, Reinaldo. A marcha da intolerância [...] os “fascistoides do bem” estão cada vez mais assanhados. Veja. abril.com. BR

SHELDON, Louis. A estratégia – O plano dos homossexuais para transformar a sociedade. 1 Edição. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2012.

CORDEIRO, Jeovan. Direito Constitucional. Apostila Littera Concursos.

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