sábado, 10 de março de 2012

O laicismo ideológico-político do PT



por Jadson de Paula

“O secularismo é a filosofia oficial dos Estados” (Eguinaldo de Souza). Os aparelhos ideológicos estatais, nessa louquice mental da pós-modernidade dos governos civis, estão em funcionamento, a governarem em função da ideologia anti-Deus. No caso brasileiro vemos a gestão do poder pelo poder impregnado pelo governo do PT. Esse PT de hoje, o PT real; despido do romantismo dos anos oitenta com a classe trabalhadora, busca emplacar um projeto político nos moldes do narcizismo ideológico. Um “Reich” político hegemônico sobre a sociedade.

Ocupando o espaço vazio, por causa da decadência do sistema de regras respeitantes dos negócios públicos, legal e moral, que o governo petista tratou de mercantizá-lo; pelos interesses das bocas gulosas dos petralhas do poder, tornou a ética política em uma mera abstração e compêndios de relativismos. Agora, não é apenas o carimbador dos pacotes da linha de montagem do mensalão, nem o clero de bênçãos eleitorais a clientela extensa dos bolsistas, como também, não é um mero pão e circo, e, marketing populista do pai dos pobres do século XXI. Agora, se trata da ideologia petista, a tomada do poder, terceiro mundismo – hegemonia baseado nas ideias de Gramsci, disputar com os verdadeiros cristãos, a influência na sociedade e, numa sociedade “cristã”. Entendendo-se que, para a estrela errante, a influência cristã não é boa. A ideia de opiniões contrárias... Não comunga bem com o petismo. E, para tamanha empreitada ideológica, não se pode ter nenhum empecilho, e, a cultura anti-Deus, deve ser a cartilha de políticas que o partido deve se utilizar.

O cristianismo será combatido por leis anti-cristãs, e políticas estatais voltadas contra os valores morais e éticos cristãos. Manobras políticas empreitadas numa tentativa de minimizar as conturbações e atritos com os “evangélicos”, em busca de uma imagem de que, “o martelo e a foice” estão aposentados e, que o público cristão, não deve pensar que o PT é o partido terrorista contra os mesmos. É a pantomima desses atores. Na agenda política petista laicista, não se pode pensar numa cultura onde a [verdade] é exclusivista e, ela pregada pelo cristianismo, isso não! Verdade? Deve ser pluralista e suicida. Fragmentando relativismos totalitários, espalhado banalidades abstratas sobre a sociedade.  Esse emaranhado político-ideológico de dominação ufanista, que se metamorfoseia em busca da jactanciosa hegemonia política. Nessa estupidez esquerdopata se apoia minoria e põe a abre-alas políticas, ministério do aborto e do gayzismo.

A perseguição religiosa praticada nessa sociedade, já não é camuflada uma espécie de comunismo moderno nos átrios do PT, se ultraja a vigor da pseudo progessividade colocam uma cilicização e, não uma democratização. A dita democracia nesse país é banalizada por uma defesa de políticas em favor de uma minoria, em detrimento de uma maioria. A nova DITADURA é a dos que publicitam sofrer por causa da verdade, e não porque sofrem de verdade. Patrocinados pelos cofres públicos a regalias de favores governamentais, estampam o slogan HOMOFOBIA! Nesse petismo socialista à moda fascista, os ativistas gays, aos poucos vão em direção da mordaça aos cristãos. Não sabem o que é ouvir o contraditório. Nessa dita democracia que se dá o direito de uma minoria perseguir uma maioria. Em nome do laicismo as militâncias céticas e pseudorreligiosas proliferam-se os seus agentes da “razia” para um descristianismo, protegendo e garantindo – entre aspas, direitos dos subgrupos. Defender aborto e kit-gay hoje é criminar opiniões contrárias no amanhã. O Estado é laico, mas não laicista. A liberdade religiosa não é um abstrato, mas, sim, um concreto. Onde o seu direito não se presa pela retenção do pensamento, mas na sua manifestação. A conquista política coletiva e individual com os seus conceitos e finalidades, outorgados pela [máxima constitucional], titularizam ativamente os indivíduos ao exercício de seus direitos expressos pelas normas legais e morais – “a defesa da prestação”, cabendo ao Estado agir para preservar os direitos individuais e coletivos, ora em outras circunstâncias, abstendo-se de qualquer ação para preservá-los - tornando o Estado um sujeito passivo, sem o direito de enfermar “os direitos”. Constituição Federal 1988 – Título II. Dos Direitos e Garantias Fundamentais. Capítulo I. Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos. Art. 5º, IV, VI, IX.


Notas
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[1] CORDEIRO, Jeovan. Direito Constitucional. Apostila Littera Concursos.
[2] SOUZA, Eguinaldo Hélio. Relativismo totalitário. Site: www.juliosevero.com
[3] ARANTES, Paulo Eduardo. Fim de um ciclo mental. In. Extinção. 1. Ed. São Paulo: Boitempo, 2007.
[5] RUSHDONNY, Rousas John. Um manifesto cristão. Site: www.monergismo.net

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