sábado, 24 de março de 2012

O americanismo “today cristofóbico”



por  Jadson de Paula

O período da história dos Estados Unidos é caracterizado por uma influência cristã, na fundação e formação como nação. Uma influência religiosa, peculiarmente, protestante. O “Destino Manifesto” instruído em meados do século XIX, foi como uma espécie de confessional de uma doutrina expansionista, que afirmava os valores religiosos em sua base real, era o The God bless América (Deus abençoe a América); hoje, o slogan é outro – God may be expelled from the américa (Deus seja expulso da América).

Quatro séculos de manifestação e consciência religiosa é bombardeado pelos mísseis políticos do governo Obama, além dos movimentos cristofóbicos na cultura do “dream american”. O discricionário da antipatia aos professos cristãos caracteriza-se, pela aversão aos valores bíblicos. O período governamental do governo Obama em muita das suas ações, são sem precedente na história americana no que diz respeito ao ativismo anti-bíblico. O USA dos recentes séculos, espargido pela cultura do pecado e ocultismo, se volta contra o cristianismo, seja isto sistemático ou direto, o cenário desse tempo hodierno é uma cristofobia – o símbolo do atraso e do descompasso com o mundo real; o cristianismo virou agora cristofobianismo.  O conteúdo histórico da formação religiosa americana, e a sua aceitação e prática está sendo deletado da memória de muitos.

Desde os gritos dos promíscuos, até a mesquita da Casa Branca as práticas contrárias aos valores cristãos são exercidas - as ações do governo Obama pro-islamismo, são especificamente, ações anti-cristãs. Desde janeiro de 2009, cerca de cinquenta atos contrários a fé e aos valores bíblicos, foram praticados (http://www.wallbuilders.com/LIBissuesArticles.asp?id=106938), pelo presidente Obama - proibição de oração no Dia Nacional de Oração na Casa Branca, mas permissão para jantar iftar em honra ao Ramadã. Na agenda externa governamental o gayzismo é colocado como política para os órgãos oficiais do governo americano trabalhar, fazendo pressões políticas em muitos países contrários a essa prática; parcerias com grupos pro-abortos, incluindo patrocínios de seminários aos mesmos - os potenciais terroristas na América do “11 de setembro”, são os contrários ao aborto para o Barak Obama. Acreditar em Deus virou motivo de demissão no americanismo. Como o caso do ex-cientista da NASA, David Coppedge que move ação judicial contra a agência espacial por discriminação religiosa, no caso da sua demissão.

O retrato do cenário americano dos recentes séculos é uma imagem de declínio, o sonho americano desabou, as cenas da realidade são crises econômicas, a potência de outrora, já não é a mesma força. Não foram apenas as torres gêmeas, mas, sim, as normas morais, os valores que constituem o direito, a dita democracia americana se perde num mundo retratado por um retrocesso de princípios e padrões sociais. A cristofobia num país que foi gestado por preceitos e valores cristãos tende a sua marca caracterizada por políticas oficiais, opositoras a fé cristã, como ocorrem em outros países. A diferença peculiar é que, os Estados Unidos de hoje, é um “americanismo today cristofóbico”. Perdido em sua identidade, esquecido do berço cristão ao qual esteve deitado. A Bandeira Estrelada abençoada com vitória e paz, “o louve o Poder que os fez e preservou como nação”, cantava o lema: Em Deus está a nossa confiança. Hoje tem apagado o brilho das estrelas, e espalhado em seu território o rastro do pecado e uma escuridão mortal.

Notas
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[1] A maior parte da América biblicamente Hostile presidente dos EUA. Site: http://www.wallbuilders.com
[2] A história dos Estados Unidos. Site: http://pt.wikipedia.org
[3] O Hino dos Estados Unidos. Site: http://www.suapesquisa.com
[4] GILBERT, Kathleen. FBI e governo de Obama se unem a grupos pró-aborto para patrocinar seminário de treinamento contra ativismo pró-vida. Site: http://juliosevero.blogspot.com.br

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