sábado, 25 de fevereiro de 2012

Iniludível condição de culpa

                                                                                          

por Jadson de Paula

A Lei divina evidencia cabalmente a corrupção e perversidade da natureza humana. Como que um espelho faz refletir a contemplação da incapacidade humanitária, resultante da iniquidade inerente do ser humano. Embriagado de amor próprio inflamado pela insana confiabilidade e orgulho em seus desmedidos arbítrios, presumidos de estarem isentos do julgamento da justiça de Deus.

A condição de culpa da raça humana é inexcusável. A porção física da mente de Deus revelada nas Escrituras, expostas aos homens, faze-os conhecer os crimes praticados contra a justiça divina. Assim, tanto mais nos mostra que somos dignos de pena e castigo. A Lei não lhe resta outra função, senão acusar e condenar, além de incitar a ira de Deus (Romanos 4.15,pb). Deus revela desde a eternidade a meritória penalidade aos homens que detêm a verdade absoluta do Criador em mentiras (Romanos 1.18).

Retratando a Deus imaginariamente como se fosse o fantasma invultuso, recusaram a verdade de Deus e se voltaram para os seus pensamentos fúteis, indistinguíveis e obscurecidos (Romanos 1.28). Nessa escuridão irracional tais homens toleram com excessividade o pecado. Os fazem desprovidos de juízo, auto condescendentes espreitam seus corações a gula pecaminosa. A verdadeira semente do conhecimento foi pelo homem sufocado. A dívida para com a Lei divina torna a raça humana culposa e o único apelo para uma jurisprudência e, obtenção de misericórdia, é ao próprio Deus, o qual os homens o ofendem com seus pecados diariamente. E, que a Lei da justiça do Criador os condena eternamente pelos seus feitos. “Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem” (Romanos 1.32).

Notas
[1] Bíblia de Estudo Almeida Revista e Atualizada, publicada pela Sociedade Bíblica do Brasil.
[2] CALVINO, John. Sermão em texto. É lei pecado? Site. www.ocalvinsta.com

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