sábado, 28 de janeiro de 2012

A irracionalidade ateísta


por Jadson de Paula

O cenário do pós-modernismo está cheio de “ideias” acadêmicas que não tocam a vida real. Desde que o mundo existe, as objeções a respeito da não existência de Deus, atributos divinos, criação, foram no passado, e são no presente pensamentos e atitudes extremas e desesperadas de suprimir a verdade absoluta do Criador. O parque das falácias dos homens naturais é um compêndio de relativismos, pluralismos, secularismos, liberalismos, etc., na tentativa de empurrar para longe de suas mentes o conhecimento sobre Deus “porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e o coração insensato deles obscureceu-se” (Romanos 1.27), na esperança de eliminar as aflições que lhes atormentam no que restou de suas consciências.
Hoje, eles atacam de fundamentalistas, num proselitismo ateísta que propaga dogmas, cânones, pela crença, Deus-não, reverenciam os postulados científicos profanos, além do papa da moderna irracionalidade naturalista (Richard Dawkins). Essa incredulidade hodierna com a faixada da (lógica formulada) se orgulham da sua “racionalidade”, de confiarem na ciência e a racionalidade dessa ciência, cientificamente pelos seus próprios conhecimentos falíveis, fragmentados e limitados do homem que faz a ciência – o melhor que podem chegar é uma série de vergáveis postulados, teorias e conceitos mutantes de acordo com a arena das réplicas oposicionistas. A dita qualidade intelectual moderna, se altivam tanto, ao ponto de se sentir no direito de não aceitar análises racionais que destruam as suas objeções.
A inabilidade moral do homem natural caído em seus pecados, o faz com que sua vontade não possa escolher outra coisa que não seja a da inclinação mais forte, pela qual, o mesmo tende. Devido à deficiência e a carência pelas coisas divinas, o homem odiará Deus porque Ele é justo e, porque Suas leis supremas o censura a malignidade inerente do humano coração. A busca em direção ao escape da verdade é muito mais do que apenas uma questão de intelectualidade, mas de vontade – a sabedoria desse mundo é louca (1 Coríntios 1.20).
 A fuga da verdade não diz respeito ao Deus que não é conhecido, ou que esteja morto, na pretensa citação do já falecido filósofo Friedrich Nietzsche, mas, sim, pelo homem que se esconde da verdade sobre si mesmo, caídos e rebeldes, por uma tentativa de autogoverno.  Injetam em suas consciências, a droga que lhe causem a censura pelas coisas sagradas, e, consequentemente, o juízo. Afirmam ser o cristianismo irracional, por não se basear em evidências - Onde estão as provas de que a fé cristã não se baseia em evidências? Elas são difíceis de serem encontradas! Pela simples razão de elas não existirem. O conceito de encontrarem algo racional pelo qual, possam crer. Baseado em sólidas evidências, experimentos e comprovações na categoria de domínio público – Sem levarem em conta, que esse compêndio científico é um conjunto de crenças, e postulados a partir de pressupostos improváveis de mera especulação, suprimindo as críticas e eliminando as dificuldades, os tornam patéticos.
  A verdade é que os mesmos praticam uma fé diferente, embora odeiem o conceito “fé”, adotando a autossuficiência do raciocínio humano. Assim, confirmam uma fé irracional, pelo fato histórico e lúgubre da humanidade, que na sua in “racionalidade” está cheias de múltiplas questões não resolvidas na ciência.

Notas
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[1] Bíblia de Estudo Almeida Revista e Atualizada, publicada pela Sociedade Bíblica do Brasil.
[2] CHEUNG, Vincent. E-book. Renovando a Mente. Originalmente publicado pelo Reformation Ministries International. Boston USA. www.rmiweb.org
[3] CHEUNG, Vincent. E-book. Apologética no diálogo. Publicada pelo Reformation Ministries International. Boston – USA.
[4] WASHER, Paul David. Sermão em vídeo. O evangelho da transformação. www.youtube.com
[5] McGRATH, Alister – McGRATH, Joanna. O delírio de Dawkins. São Paulo. Editora Mundo Cristão, 2007.

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